Escola do Século XXI ensina a pensar!

Estamos preparando os jovens estudantes para profissões que não existem, para operar máquinas e equipamentos que ainda não foram criados e para resolver problemas que sequer imaginamos.”

Escola do Século XXI ensina a pensar!

Quando se procura o significado de pensar vamos encontrar uma definição simples. “Submeter (algo) ao processo de raciocínio lógico; exercer a capacidade de julgamento, dedução ou concepção.” Observem o quanto existe de exigência no simples ato de pensar. Pensar exige raciocínio lógico que permite a qualquer indivíduo exercer a capacidade de julgar, deduzir e conceber algo ou alguma coisa.

Em tempos de má formação educacional, da enxurrada diária de informações as mais desencontradas possíveis, de fake news abundantes, de jovens alienados e adultos embrutecidos por ignorância ou ideologia, o ato de pensar com lógica (sendo redundante) virou uma atividade de risco. Sim! Expor a verdade com começo, meio e fim, embasado em fatos consistentes, expõe o autor a ser vítima de linchamento cultural, quando não vão além e partem para o cancelamento. Pensar, em certo país ao sul do Equador, virou atividade de risco.

Gosto muito de usar uma frase que mostra, claramente, a importância de saber pensar,

“Estamos preparando os jovens estudantes para profissões que não existem, para operar máquinas e equipamentos que ainda não foram criados e para resolver problemas que sequer imaginamos.”

A óbvia verdade explicitada na frase nos remete à necessidade prioritária de ensinar as crianças a pensar. Este é o papel fundamental de qualquer escola. Chega de preparar crianças para um mercado de trabalho que se modifica a cada dia mudando as habilidades das pessoas e valorizando características que não são abordadas, nem na escola e nem nas famílias.

No início dos anos 80, o livro Megatendências de John Naisbitt propunha uma análise sobre as tendências das mudanças que afetariam a humanidade nos anos vindouros; acertou na mosca quando afirmou que “quanto maior o desenvolvimento tecnológico, maior será a necessidade de domínio das competências sócio emocionais.” Em que momento as escolas ou mesmo as famílias abordam, com seus filhos, as competências sócio emocionais?

Vivemos tempos que exigem que casais, ao pensarem em ter filhos, se perguntem quais serão as condições que oferecerão ao futuro filho. Não basta somente delegar à escola o papel de educar, pois este é, inegavelmente, papel dos pais. Pais educam, escola ensina! Como diz o prefeito de Quaraí, no Rio Grande do Sul, “só tenha os filhos que possa educar!” Outdoors foram espalhados pelo município com esta frase. Às vezes é necessário ser duro nas afirmações para ser, completamente, entendido e, isto, pode ser impopular.

O futuro é uma incógnita para todos, mas é possível prever, baseado no crescimento da Inteligência Artificial, que muitos empregos que são ofertados atualmente devem desaparecer e, alguns, rapidamente. Com o crescimento da população mundial a um ritmo descontrolado e crescimento este, que ocorre 90% em países subdesenvolvidos, é possível prever migrações em massa na busca de maior qualidade de vida (leia-se sobrevivência). O que hoje já ocorre na Europa com migração de árabes e africanos e nos Estado Unidos com os centro-americanos vai crescer a níveis insuportáveis; sem falar nos desabrigados pelas mudanças climáticas. Tempos difíceis nos esperam e este é mais um motivo para ensinar as crianças a pensar. Quem pensa não vê só problemas, procura soluções e encontra-as. Para pensar!

Por Ozinil Martins de Souza, Colunista do Movimento O Sul é o Meu País.

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