Um Brasil de 2020

Por Joacir Dal Sotto *
Há tempos que perecemos por culpa do federalismo e sistema político. O Brasil de 2020 é o mesmo de sempre. O problema é que agora ficam esperançosos com um novo governo. Eu vos digo que é tolice esperar algo dos atuais políticos, estes que de atuais não representam honestidade e sabedoria de gestão pública. É tolice esperar algo novo do sistema federalista brasileiro.
Temos alguns exemplos recentes do caos vivenciado. Entre eles vale destacar o kit de primeiros socorros que foi banido do mapa. Outrora também exigiram que o brasileiro tivesse no carro um extintor de incêndio, sendo que logo depois disseram que foi um erro de decisão e o extintor não era mais obrigatório.
Em 2020 aconteceu que certa placa de veículos brasileiros seria obrigatória. Uma novidade de acordo com certas necessidades do grupo denominado Mercosul. Algumas empresas foram regulamentadas para colocarem tal novidade nos carros. Digamos que em uma cidade temos apenas uma empresa regulamentada para realizar o serviço, sendo que na primeira manhã de vigência da nova lei foi impossível realizar o trabalho na empresa. O que acontece agora é que você poderá ser multado caso não tenha realizado tal mudança (em casos de obrigatoriedade de mudança), sendo que logo em seguida o Detran recomenda que você recorra da multa.
O Brasil de 2020 é uma piada, é burocrático como sempre. Em 2020 temos um velho sistema federalista, este que enquanto novo funcionava da mesma forma. Somos reféns de um sistema político favorecedor de corruptos e enaltecedor de toda péssima gestão de um servidor público. Alguns caminhos em relação ao pacto federativo (como o movimento O Sul é o Meu País) devem ser tomados. Por enquanto é o caos do caos que o Brasil de 2020 apresenta ao povo.
* Autor do livro Operação Maçonaria ou Jesus Cristo (2019) e Curvas da Verdade (2015).









1 Comment
Olá, meu nome é Gabriel, tenho 25 anos e sou do Paraná. Estou observando, por enquanto, a movimentação do Movimento O Sul é o meu País para conhecer a autenticidade do mesmo e conhecer mais profundamente as propostas e ações. Porém, no momento, tenho um questionamento pairando em minha cabeça: por que o movimento separatista não busca a criação de uma república, comunidade ou região autônoma com o viés de, futuramente, obter uma politização melhor da população, estabelecimento de uma cultura sulista mais forte e, quem sabe, obter mais apoiadores para o separatismo da república celeste?
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