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Por que nossos governantes não denunciam este sistema criminoso?

  • abril 13, 2016
  • 9:10 pm

CHARGE 14Celso Deucher*

Acabo de assistir a um telejornal e tristemente vejo a mesmice da quebradeira dos estados brasileiros. A bola da vez é o Rio de Janeiro, um dos mais ricos da (pseudo) federação brasileira. Funcionários públicos aposentados sem salário e os da ativa recebendo a pinga-gotas. Nada diferente que a situação dos estados do Sul, salvo o de Santa Catarina, cujo governador, puxa saco da imperatriz de Brasília, gaba-se de que “nosso estado será o ultimo a quebrar… mas vai quebrar”.

Ora, como estados tão ricos em todos os sentidos econômicos podem estar quebrados? Como se chegou a esta situação vergonhosa e ninguém destes governadores e prefeitos teve coragem de fazer nada?

Os estados brasileiros são meras satrápias de Brasília. Os governadores e prefeitos não passam de fantoches do poder central, sem cérebro, sem vontade própria, sem olhos nem ouvidos e o pior, sem um “pila na guaiaca”. Mais de 90% de tudo que é arrecadado nos estados e municípios vai para a União e nesta viagem, volta cerca de 20% do arrecadado para onde existe seres humanos: o município. Cerca de 80% fica na Ilha da Fantasia, Brasília.

Para comprovar, vejamos os números de alguns estados, tendo como base os próprios dados divulgados pelo Portal da Transparência (www.portaldatransparencia.gov.br). O Rio Grande do Sul, hoje de joelhos diante da metrópole, arrecadou em 2015, em bilhões, R$ 60.932.105.275,00. Este montante foi a Brasília e quando retornou ao Rio Grande sobraram apenas R$ 13.156.588.474,00. A União roubou dos gaúchos a bagatela de R$ 47.775.516.802,00.

Mas vejamos também o caso do Rio de Janeiro, para que não digam que puxamos a sardinha apenas para nosso assado. No ano de 2015 aquele estado mandou para a União, em bilhões, R$ 209.365.855.866,00. Agora observe por que o Rio está quebrado: retornou para os cariocas apenas a miséria de R$ 21.735.022.030. A União afanou criminosamente daquele estado exatos R$ 187.630.833.836,00.

Analisando em termos de Sul, apenas nos últimos cinco anos (2011-2015), estes três estados geraram, também em bilhões, R$ 668.808.587.185,00 em impostos que foram arrecadados e levados a Brasília. De lá voltaram para nossas cidades e estados, depois de quase implorarmos, a miséria de R$ 153.320.315.743,00. A união simplesmente roubou dos Sulistas R$ 515.488.271.441,00. Em outras palavras, Brasília deixou o Sul mais pobre em mais de R$ 515 bilhões em apenas cinco anos.

Dá para entender por que nascem favelas no Sul todos os dias? Por que não temos médicos nos postos de saúde? Por que nossa educação está literalmente um fracasso? Nossos professores ganham salário de fome? Dá para entender por que a maioria de nossas cidades não tem sequer saneamento básico? Este roubo que já vem de décadas explica por que todos os dias nossas cidades estão se enchendo de mendigos nas ruas e mais, multiplicam-se os tais moradores de rua. Explica também por que tantas empresas fecharam suas portas nos últimos anos acabando com a possibilidade que tínhamos de ganhar nosso dinheiro honestamente com trabalho. Explica o empobrecimento de nossa gente e a dependência vergonhosa de muitos de nós que hoje vive do Bolsa Família (pesquisem os números deste programa no Sul. São arrasadores. Uma vergonha para nós.).

Mas nós também temos responsabilidades nisso tudo. Vamos ser também críticos em relação a nós mesmos. Nossos estados do Sul estão abarrotados de funcionários públicos. De cada 10 contratados, três efetivamente botam a mão na massa e trabalham honestamente cumprindo suas obrigações. Cinco destes 10 são os chamados parasitas que nada fazem, nada produzem, nem ao menos prestam serviço. É a turma que está com o burro na sombra, os intocáveis do sistema. Usam e abusam da malfadada “estabilidade” e não raro são manifestantes de carteirinha, massa de manobra das centrais sindicais e de partidos políticos. Os demais são os tais cargos de confiança, chefias, sub-chefias, secretários, diretores de autarquias, gerentes e Cia Ltda. Sendo mais claro, pelo tanto de funcionários públicos que temos, o serviço deveria ser de primeiríssimo mundo. No entanto, recebemos, como cidadãos, serviço de quinto mundo. Essa é a grande verdade.

Não raro essas ultimas duas turmas são os que mais ganham e os que mais tem regalias. É carro oficial prá lá e prá cá, seu automóvel particular tem  garagem ou estacionamento privativo, ar condicionado, horário especial, celular por conta do erário, cafezinho a qualquer momento, etc e etc… Aos trabalhadores de fato, resta-lhes trabalho, trabalho e por fim, mais trabalho. Estes sim, verdadeiros heróis do nosso serviço público. Poderíamos com toda certeza dispensar mais de 60% dos funcionários públicos e os serviços não sofreriam nenhum colapso, pois a turma que trabalha mesmo, que é honesta e que se esmera pela profissão, estão com toda certeza do lado dos 40%.

E isso não é só no âmbito do estado. Estamos falando também do município, pois este perverso sistema se reproduz ipsis literes nas nossas localidades. É ou não é uma verdade cristalina? Só não vê quem não quer ou quem tem algum rabo preso com este sistema perverso.

Estas duas grandes feridas (sem falar em outras até mais cabeludas) em nossos estados e municípios faz com que governadores e prefeitos, no afã de defender seus mandados e já de começo lutarem pela tal reeleição, deixem tudo como está e pior que isso, se transformem em mendigos que gastam milhões do nosso dinheiro em suas viagens a Brasília para “buscar recursos”. Ora, se tivessem o mínimo de hombridade e espírito público denunciariam estas situações: que Brasília nos rouba bilhões por ano e que os estados e municípios estão simplesmente abarrotados de funcionários públicos desnecessários e que oneram a folha de maneira aviltante.

No inchaço da máquina pública nenhum deles quer mexer pois não teria como justificar as centenas de cargos de confiança que cada um leva para a prefeitura e para o estado, quando assumem seus mandatos. Afinal como ficaria seus apaziguados políticos tão necessários na época de campanha? Alguém tem que paga-los pelos serviços prestados ao então candidato. Na ferida de Brasília os governantes também não querem mexer, afinal, se as torneirinhas lá encima se fecharem, a administração local e estadual entra em colapso. É quase um “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”. Só que não! Isso não é bem assim.

Convenhamos, falta honra a estes nossos governantes. Me perdoem as palavras duras, mas será que estes covardes não conseguem parar ao menos um instante e raciocinar por que sai daqui tanto dinheiro e retorna tão pouco? Será que não seria hora de junto com seus pares fazer uma grande rebelião contra Brasília e denunciar este sistema criminoso de exploração dos cidadãos? De fato, não há outra coisa a ser dita nestes momentos: nossos governantes ou são covardes ou estão se locupletando com esta situação.

É hora de nós Sulistas buscarmos a alternativa mais viável e mais indicada para acabar com tudo isso. É hora de criar um novo país, começando do zero e com vergonha na cara, tanto do cidadão como dos futuros políticos da nação. Não nos resta outra alternativa que não seja derrubar até a ultima pedra deste sistema capitaneado por Brasília, que nos rouba e nos oprime. É por estas e por outras que não canso de repetir: Basta de Brasília, pois o Sul é o Meu País.

*Secretário geral do Gesul – Grupo de Estudos Sul Livre – e ex presidente do Movimento O Sul é o Meu País.

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Comentários

1 Comment
Mateus Gomes Möller
14 de abril de 2016, 7:59 AM

Ótimo texto e reflexão!
Tenho amor pelo Brasil, mas muito mais amor pelo meu estado, e dói muito ver isso acontecer e quase ninguém (pra não dizer ninguém) correr atrás.

Comments are closed.

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