A crise de representatividade e o Sul-Brasileiro

Por Joacir Dal Sotto *

O significado comum de democracia é o de que o povo exerce a soberania. Podemos tratar de duas formas uma democracia, a participação direta ou representativa. demoÉ evidente que podemos conduzir uma nação através da divisão de tarefas para seus cidadãos. Precisamos é sempre de autonomia local e acima de tudo, de um poder central que interfira o mínimo possível na vida dos cidadãos.

Um caso específico de democracia representativa é o Brasil. O problema é que aqui temos uma crise histórica de representatividade. Na composição das células estaduais é visível um sulista valer menos que um nordestino, ou um paulista valer menos que um sulista. Ao sul do mundo não existe uma vontade popular que anseia fazer com que os sulistas possam valer mais que paulistas ou nordestinos, existe uma reinvindicação para a derrubada da constituição brasileira e formação da nação Sul-brasileira.

A democracia direta será dificilmente implantada na nação Sul-brasileira, somos 30 milhões de pessoas e o nosso processo não é igual ao modelo da Suíça. O processo de autodeterminação dos sulistas é instalar um regime de democracia participativa, uma confederação municipalista em que cada município seja representado perante uma união que tenha apenas 20 % da fatia total. Alguns questionam a porta separatista que é o movimento “O sul é o meu país”, afirmam hipocritamente que o movimento prega o fim da corrupção. O movimento democrático discuti modelos já implantados em países desenvolvidos, tentando ao máximo dificultar ações ilícitas e punir severamente quem prejudica o coletivo, quem sufoca toda ética em nome de aparentes benefícios pessoais.

As poucos é possível materializarmos a separação Sul-brasileira. O sucesso da caminhada está nas tantas vitórias separatistas já conquistadas ao longo dos últimos 100 anos. A lógica é que temos um plano, é que temos amor pelo povo Sul-brasileiro e que queremos a nossa emancipação política. Falta um passo para que tenhamos liberdade, falta um passo para que o nosso povo não seja mais explorado por Brasília.

* Escritor Joacir Dal Sotto, autor do livro “Curvas da Verdade” e secretário na comissão de Lages (SC) do movimento “O sul é o meu país”.

Compartilhe

Facebook
Email
Twitter
Telegram
WhatsApp

Comentários

5 Comments

Comments are closed.

Notícias

COMPARTILHAR

Facebook
Email
Twitter
Telegram
WhatsApp

pagar anuidade

PIX
Banco 085 / Agência 0101-5 / Conta 8537348
R$ 100,00 anual
Envie comprovante com nome do membro para
financeiro@osuleomeupais.org

doação

Somos um movimento sem fins lucrativos. Ajude-nos a divulgar cada vez mais nossos ideais. Você pode doar qualquer valor.