Por Douglas Aymore
No último dia 20 de dezembro, membros e líderes do O Sul é meu país no Rio Grande do Sul celebraram os feitos realizados pelos seus participantes e municípios na batalha individual e coletiva no decorrer de 2015. O evento foi realizado na sociedade Orpheu no município de São Leopoldo onde todos os convidados puderam conversar e fortalecer contatos presencialmente confraternizando entre os seus compatriotas.
O Evento começou às 09h00min da manhã com um bate papo e muito chimarrão para possibilitar a integração dos que já estavam presentes. Após o almoço, todos os participantes foram presenteados em primeira mão à previa das filmagens do evento do dia 12 de novembro (entrega de uma Carta/Manifesto ao governador e ao presidente da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul). A emoção tomou conta de todos os presentes. Além deste belo presente também houve uma homenagem ao compatriota Olaf Melchior (líder municipal na cidade Novo Hamburgo) pela dedicação e garra na luta dos ideais “Sul é meu País”.
Após celebrar os feitos realizados por todos os Municípios, conversamos sobre “futuro”. A Superintendente do Rio Grande do sul, Anidria Rocha, apresentou alguns aspectos e mencionou a importância do Site plebissul nas questões de organização e cadastramento para nosso Plebiscito no dia 2 de outubro de 2016. Também foi comentado pelo coordenador da Mesorregião de Poa, Ivan Sergio Feloniuk, sobre a participação no fórum social mundial que terá sua abertura no 19 de janeiro de 2016, em Porto Alegre. Ivan destacou a importância do envolvimento de todos os ativistas neste evento mundial que será de grande importância perante os órgãos internacionais.









5 Comments
Acho que antes de ocorrer a separação, a região Sul deveria se tornar uma comunidade autônoma para arrumar a casa para a separação total, montar um cenário econômico definido, até porque separação agora seria arriscado visto que os três estados tem déficit na economia, além que poderíamos definir coisas como nome, hino, símbolos, etc durante esse período.
oi Eduardo. O problema é que no atual cenário isto não é possível, pois o Brasil é uma falsa federação. Ao invés dos Estados serem autônomos, em verdade, Brasília é centralizadora e define toda a legislação. Assim não é possível alterar o modelo econômico e político da região Sul.
Buenas, Julio.
Mas se o povo disser sim, no plebiscito, nossas relações com o Brasil mudam e passam a forçar essa nova situação.
Infelizmente não, pois a Constituição na forma atual de nenhuma forma permite a independência da região. Pelo contrário, se os governos dos 3 estados “revoltarem” ela prevê intervenção federal.
O Plebiscito Consultivo 2016 infelizmente ainda não é o forma, mas é o primeiro passo para isto. Com pelo menos 5% da população será possível criar uma identidade jurídica para a Região Sul, identificando-o como um povo. Isto permitirá que iniciemos um processo na ONU a fim de por tribunais internacionais exigirmos que o Brasil altere sua legislação, permitindo enfim o plebiscito formal e nossa independência.
Concordo contigo, Eduardo. Não queremos trazer para um novo país os mesmos vícios daquele de que nos separaríamos. Teríamos que ajustar, e bem ajustado, as condições de uma nova integração. Até porque se o Rio Grande do Sul integrar uma nova Federação, será na condição de república, não de estado de um outro país.
Comments are closed.