O papel dos ativistas e das comissões municipais na luta pela independência do Sul

11909859_10154151676528916_96810312_nNa foto: comissão municipal de Maringá

“Todo simpatizante, militante e liderança do Movimento O Sul é o Meu país deveria ler estas explicações como forma de saber o que deve fazer para contribuir na prática com a causa Sulista”.

Celso Deucher*

Diariamente nos deparamos com pessoas que nos escrevem ou mesmo nos encontram na rua ou ainda nas palestras e debates que participamos, indagando sobre como contribuir com o Movimento O Sul é o Meu País. A contribuição a que se referem diz respeito a participação mais efetiva na estrutura da organização e nas ações que devem ser desenvolvidas para que a entidade alcance os seus objetivos o mais breve possível.
Foi pensando em dar uma resposta a estas indagações que construímos este artigo, que apesar de longo é bastante didático e procuramos inserir essa contribuição nas ações a curto, médio e longo prazo. Para tanto, antes de iniciarmos a parte prática desta contribuição, é importante que o simpatizante conheça como funciona a entidade e como ela está organizada.

1) A Comissão nacional
A Comissão Nacional do Movimento O Sul é o Meu País é eleita pelo voto direto dos seus associados, em dia com as suas obrigações de sócios a cada três anos e tem todas as suas ações tuteladas pelo estatuto social da entidade (disponível em  www.meusul.net.br/estatuto/). Além da coordenação geral da proposta, ela é a principal fomentadora da organização e sua capilaridade nas comunidades regionais e locais. É dela que emana todas as diretrizes gerais pela qual os simpatizantes, militantes e lideranças vão nortear seu trabalho. Para conhecer quem são os atuais membros da diretoria, basta acessar o site oficial em www.meusul.net.br. No mesmo site, sugerimos a leitura completa dos documentos oficiais, principalmente o Estatuto Social, Carta de Princípios, Declaração de Direitos do Povo Sul Brasileiro, Manifesto Libertário e a Proclamação de Piratini. No meu último livro (O Sul é o Meu País, Nova Letra Editora, 2013), além destes documentos acima citados, publiquei uma série de outras Declarações Públicas sobre questões pontuais a nível regional, nacional e internacional, emanadas do Movimento e do Gesul – Grupo de Estudos Sul Livre.

2) As Comissões Regionais
A nomeação do presidente da Comissão Regional do Movimento é feita pelo presidente nacional da entidade. O presidente da regional, ao ser nomeado já recebe suas obrigações e principalmente suas metas de trabalho. A principal delas é trabalhar firmemente para formar em cada um dos municípios da sua regional uma Comissão Municipal da causa. São os presidentes das Comissões Municipais que vão dar representatividade para a Comissão Regional. Neste sentido, o presidente da regional auxilia o presidente da Comissão Nacional na indicação dos representantes municipais.

A Comissão Regional não possui estrutura formal, sendo que todas as ações são concentradas na pessoa da liderança do presidente, que coordena com os demais presidentes das municipais as ações que vão ser feitas. Por isso, este líder deve ter formação NÍVEL A, para que esteja apto a representar a causa em todos os momentos e locais que se fazem necessário, em especial preparando e ministrando palestras e participando de debates em nome da entidade na sua região. É seu papel também a formação de líderes municipais e para isso, deve reunir este seu grupo sempre que possível, para além de projetar e metodizar as ações, buscar formas especificas de trabalho, respeitando as peculiaridades locais.
Pode também o presidente da Comissão Regional buscar formas de divulgação em bloco nos municípios de sua competência. Um exemplo prático é o estimulo ao cooperativismo para confecção de material de divulgação, como panfletos, adesivos, bandeiras, camisetas entre outras formas alternativas de divulgação. O presidente da Comissão Regional é o representante direto do presidente naquela região e por isso, na falta in loco do presidente nacional, após publicado o edital de aceitação da adesão da Comissão Municipal eleita pelo voto direto dos membros de uma determinada cidade, é ele que dá posse legal à estas diretorias.

3) Representante Municipal
A nomeação de um Representante Municipal do Movimento é feita pelo presidente nacional, quando possível, por indicação do presidente da Regional. Esta nomeação acontece quando não há em um determinado município um grupo de pessoas para criar a Comissão Municipal. O papel do Representante é, além de representar a entidade naquele município, trabalhar na divulgação da proposta do Movimento em busca de um grupo maior de ativistas, para que num prazo máximo de 90 dias, após sua nomeação, possa convocar uma Assembleia Geral e fundar oficialmente e legalmente a entidade. As principais ações do Representante podem ser focadas em quatro pontos:
a) Oficializar diante das autoridades constituídas a existência do Movimento, convidando os interessados a conhecer e até fazer parte da entidade;
b) Visitar e/ou enviar ofício aos veículos de imprensa do Município anunciando que a entidade já tem representação e que os assuntos pertinentes ao tema devem ser tratados com a representação local.
c) Através de recursos próprios ou de ações entre amigos, confeccionar adesivos e um panfleto explicativo sobre o que é o Movimento e quais suas razões para a existência, bem como objetivos e metas. A arte final do adesivo e do panfleto, devem ser solicitadas a Comissão Nacional e devem atender rigidamente o respeito aos símbolos oficiais do Movimento.
d) Promover ações pessoais de divulgação no chamado “boca a boca” procurando reunir o grupo formador e fundador da Comissão Municipal. Nestes casos recomenda-se iniciar o trabalho pelo ciclo de amizade do representante.

4) Criação da Comissão Municipal
A Comissão Municipal é o resultado na maioria das vezes do trabalho desenvolvido pelo Presidente da Comissão Regional e do Representante Municipal. Porém, ela pode ser constituída a qualquer momento num município por um grupo de ativistas que desejam defender as propostas do Movimento de forma organizada e dentro dos ditames legais, que a organização é portadora. Está diretamente subordinada a coordenação do Presidente Regional e da Comissão Nacional. Na Assembleia de Fundação devem ser eleitos pelo voto direto um presidente, um vice, um secretário, um tesoureiro e um diretor de comunicação social. A comissão tem liberdade para criar outros cargos de sua necessidade. Temos casos de comissões quer incluíram vários outros diretores(as). Por exemplo, existem comissões com diretor de mídias sociais, diretor de mobilização, diretor de eventos, diretor de conteúdo, diretor de estratégia, diretor de ações sociais, além de outros, conforme a necessidade e peculiaridade local. Nestes casos a orientação é que se aproveite as potencialidades de cada líder local para trabalhar naquilo que é especialista. Por exemplo, é importante, se possível, que se tenha um Jornalista como diretor de Comunicação Social, mas nada impede que um Relações Públicas faça este trabalho. Porém é importante que seja uma pessoa que tenha facilidade para compor um texto base de uma informação e que saiba distribuí-lo principalmente a imprensa e aos interessados diretamente pela ação.

As principais ações da Comissão Municipal estão especificadas na RESOLUÇÃO 003/2011. Para efeito de melhor compreensão, ampliamos e delineamos mais alguns pontos que consideramos importante:

a) Divulgação da existência do Movimento e seus objetivos na imprensa local, nos meios de comunicação alternativos, nas mídias sociais e demais meios de comunicação na internet; Neste sentido é importante que tão logo formada a Comissão Municipal já comece a trabalhar na criação de meios alternativos próprios de divulgação local, como por exemplo a criação de um Blog, adesão as Fanpages nacional e regional, grupo municipal de debate no Facebook, criação de uma conta de divulgação no Twitter e a criação imediata de um grupo de encontro e debate no Wattzapp. Mas atenção, é muito importante tomar cuidado com as mídias e redes sociais. Estes instrumentos servem apenas para divulgação. O Movimento, de fato, não existe nas redes sociais e seus ativistas, para se tornar de fato ativistas tem que estar presentes fisicamente nas reuniões e ações do Movimento. Portanto, quem influencia as redes sociais é a entidade e nunca o contrário.
É importante também ressaltar que o diretor de Comunicação Social tenha como obrigação primordial, manter estreito contato com o diretor da sua área a nível nacional para que o noticiário local seja postado diretamente no site oficial nacional do Movimento.
Desde o seu nascimento, em 1992, o Movimento manteve em circulação o Jornal do Movimento, que trimestralmente publicava as noticias da causa. Existe uma proposta de reativar este meio de comunicação e neste caso, com o apoio das Comissões Regionais e Municipais, voltar a circular. Seria uma maneira de todas as comissões obterem um material nacional de divulgação, sempre a mão para o trabalho local. Na falta dele, a proposta é termos um Panfleto explicativo nacional e a nível local apenas colocar um carimbo sobre os contatos na cidade.

b) Divulgação em praça pública das propostas do Movimento através de duas campanhas especificas, a campanha do panfleto de conscientização e a campanha do Adesivo para veículos. Estas são as duas mais importantes campanhas que temos que promover neste momento, pois elas vão levar o Movimento as ruas e as pessoas poderão ter contato direto com os membros e lideranças da causa em sua cidade. Estas ações visam principalmente dois retornos: a) Conquistar adesões de novos ativistas e lideranças através do panfleto explicativo, remetendo-lhe para novas pesquisas no site oficial e nos meios de comunicação alternativos da cidade; b) Colocar nossa proposta para circular no município, visto que o adesivo em um veículo é uma espécie de outdoor ambulante. Hoje é uma das formas mais eficazes e baratas de se fazer propaganda do Movimento, evitando o empastelamento das redes sociais.

c) Conquistar apoios a causa nas organizações civis e publicas do município. Esta ação tem que ser feita por gente que sabe trabalhar relacionamentos. Por isso a importância de estar a frente o presidente da comissão municipal e quem sabe uma equipe especial que tenha os contatos da cidade. Por exemplo, não adianta ir a Câmara de Vereadores solicitar um espaço durante a sessão para explicar sobre a causa, se nenhum dos membros conhece sequer um vereador e tem liberdade para estabelecer uma relação de confiança com os legisladores. É importante ainda que a diretoria municipal se preocupe em manter relacionamentos e mútuos apoios nas Organizações Não Governamentais (ONGs) locais, bem como as instituições empresariais, industriais, Câmara de Dirigentes Lojistas, Sindicatos de trabalhadores e patronais, Associações profissionais, etc. Estas relações não se reduzem a buscar apoios, mas também em formalizar apoios mútuos entre a entidade e estas organizações, sempre dentro do respeito as ideologias defendidas pelo Movimento e nunca nas linhas ideológicas partidárias de membros do Movimento.

d) Criação das Comissões de bairros em cada município. Neste quesito, as ações de rua devem ser também planejadas no sentido de que o Movimento não fique apenas no centro da cidade, onde se concentram grande numero de pessoas, mas que vá aos bairros. Nestes bairros é importante formalizar as comissões com pelo menos uma equipe de trabalho, divulgação e representação. A questão representação é muito importante, como veremos a seguir.

e) Criação da “Câmara dos Comuns”, o Parlasul (Parlamento do Sul) local. A Comissão Municipal tem, junto com todas as demais atribuições, a tarefa primordial de formar, a médio e longo prazo, o que chamamos de Câmara dos Comuns. Trata-se de uma espécie de Câmara de Vereadores “paralela”, com uma visão muito própria do Movimento, sobre como deveriam ser as Câmaras Municipais do nosso futuro país. Ou seja, a sua formação tem que se dar a partir dos lideres de bairro, os nosso líderes comunitários. Inicialmente a Câmara pode ser fundada com apenas um representante por bairro e mais adiante, buscar o equilíbrio da proporcionalidade. Seu papel é influir diretamente na vida da comunidade, buscando agir em prol da cidade e de suas comunidades, inclusive propondo leis através das autoridades oficiais e abraçando causas de interesse público. Seus membros não poderão ter nenhum tipo de salário ou ajuda de custo, pois a principal virtude que se exerce nesta instituição é o voluntariado. Sobre este assunto, vamos mais adiante, em outro artigo, dissertar mais a fundo.

f) Ação da Pesquisa de Opinião. Tão logo a Comissão tome posse, é importante que o grupo inicie os preparativos para que se faça uma ampla pesquisa de opinião na cidade para saber, com base nos números, quais os níveis de aceitação da proposta entre a população. Esta ação não é, a principio, para ser divulgada, pois se trata de uma coleta de dados que vai ajudar nas estratégias de trabalho interno da Comissão. A pesquisa pode ser feita em conjunto com o Gesul, que possui a didática e as formulas oficiais de pesquisa, pois vem realizando este trabalho já faz anos. Para fundamentar ainda mais o trabalho a comissão pode solicitar, caso exista, as pesquisas anteriores no município. Sobre o tema recomenda-se que se busque mais informações junto ao Gesul.

g) Ação do “Dia do Sul”. Anualmente, no dia 4 de agosto, todos os ativistas da libertação do Sul devem se reunir em algum lugar de sua cidade para celebrar a Unidade Sulista. O dia foi amplamente discutido e aprovado em Assembleia Geral do Movimento, pois foi neste dia que nossa maior heroína, Anita Garibaldi, a mais Sulista de todos os nossos heróis, faleceu em terras distantes. Sua morte, ao contrário do que queriam os inimigos da liberdade dos povos, em vez de acabar com as rebeliões, exaltou ainda mais os povos e fez ressurgir muitas outras lutas de libertação, incluindo a nossa, pela liberdade Sulista. Em vez de ser uma data triste pela morte da nossa maior heroína, este dia deve ser de alegria e de confraternização, pois Anita renasceu e vive entre nós e nos dá forças e exemplo para seguirmos adiante nesta causa. Neste dia, a sugestão é que se promova alguma ação, seja um jantar de confraternização, seja uma ação na rua ou mesmo se lance um manifesto escrito, enfim, alguma ação que una o grupo local e deixe marcada a data, como o “Dia da Unidade Sulista”. Aos poucos esta data se tornará uma tradição entre nós e vamos poder, quem sabe um dia, ver este dia sendo amplamente festejado por todos nós Sulistas.h) Ação da Semana do Pinheiro Araucária. No início da primavera no Sul do Brasil, a nossa “Primavera austral”, o Movimento deve realizar uma semana de conscientização ambiental, principalmente nas escolas dos municípios, tendo como principal foco a arvore símbolo do Sul, o Pinheiro Araucária (Araucaria angustifólia). A campanha é necessária pois hoje o território da Araucária encontra-se cada vez mais reduzido a uma fração mínima, o que segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) coloca o nosso pinheiro em perigo crítico de extinção. Nesta semana não apenas ações de conscientização devem ser feitos, mas o plantio da arvore em espaços principalmente públicos, bem como incentivar estudantes a levar uma muda da planta para casa e plantar nos seus terrenos. Um material especifico para esta campanha está sendo produzido pelo Gesul e deve ser divulgado nos próximos meses. Seria de vital importância que as comissões municipais pudessem criar um departamento de meio ambiente e que este departamento tivesse a preocupação de produzir anualmente um determinado numero de mudas de Araucária, para ser distribuídas durante a semana de conscientização. Além de causar grande impacto na conscientização, ajudaria na revitalização da nossa mata nativa Sulista.i) Reuniões, palestras, debates, encontros e congresso municipal. A Comissão Municipal tem sobre sua incumbência, realizar uma série de ações de conscientização a nível local. Entre todas estas ações ressaltamos mais cinco que são de suma importância. A primeira delas é a realização de reuniões periódicas da Comissão local. Pode-se inclusive estabelecer por exemplo, todo terceiro sábado do mês, mas que fique uma data certa e que todos possam se agendar para estar presentes. Nestas reuniões, a principal pauta são as ações do Movimento. É nelas que se planeja e se avalia as ações, bem como se criam e até se mudam as estratégias de trabalho. Outra ação é a promoção de palestras sobre o Movimento. Todos os dias as escolas, através principalmente dos professores de história, geografia e filosofia, solicitam palestras nos educandários sobre o tema, pois principalmente no ensino médio, separatismo é assunto de curriculum. Da mesma forma, as universidades, câmaras de vereadores, Rotarys, Lyons, entre outras entidades e associações tem solicitado a presença de líderes do Movimento para debates envolvendo o tema. Além dos citados, sindicatos, associações empresariais, etc, tem cada vez mais solicitado a presença de gente especializada neste assunto para explicar melhor o que é e o que pretende nossa organização. Temos que ocupar estes espaços, preparando líderes locais para ir representar a causa nestes eventos. A Comissão deve também prever em seu planejamento anual, pelo menos dois Encontros locais onde alguma liderança nacional do Movimento vá até a cidade proferir uma palestra para os líderes locais e para a comunidade como um todo. Tais encontros servem principalmente para que os cidadãos, os ativistas e lideranças tirem suas dúvidas e principalmente, recebam da liderança nacional as estratégias e demais orientações que não são geralmente passadas via correspondência de e-mail, redes sociais, etc. Por último, deve a Comissão Municipal realizar ao menos uma vez ao ano, o seu Congresso Municipal do Movimento, onde reunirá todos os seus líderes e ativistas. O principal objetivo do Congresso é confraternizar o grupo pelas conquistas realizadas, planejar conjuntamente as ações anuais e analisar criticamente os passos dados e os que estão por vir. É neste congresso que devem ser escolhidos os delegados nacionais indicados pela Comissão Municipal. Estes delegados formarão, juntamente com os de outros municípios, o Parlasul nacional do Movimento. Por isso, neste Congresso Municipal, se deve escolher quem serão os ativistas e lideres que vão participar das Assembleias e congressos nacionais do Movimento, além dos delegados. O Congresso Nacional do Movimento realiza-se geralmente no segundo ou terceiro fim de semana de setembro, data próxima ao dia 20 de setembro.j) Ação social do Natal Azul, ou o “Papai Noel Azul”. Vem tomando corpo entre os Sulistas uma campanha que aos poucos tem cativado muita gente no final de ano. A ação do Natal Azul, de Sul, vem carregada ideologicamente com as cores da nossa causa, mas sem perder ou deixar de lado o verdadeiro sentido do Natal, qual seja, os verdadeiros festejos natalinos e as ações que devem unir nosso povo em prol de ações de caridade e de ajuda aos mais necessitados. A grande virtude deste tempo é a esperança. O Menino que nasce é o “Sol Nascente”, é a “Luz das Nações”. Para tanto, aqui no Sul, dede o inicio de dezembro, os grupos começam a fazer as Campanhas do Brinquedo, entre outras campanhas, para nos dias que antecedem o Natal, realizarem suas ações. A única diferença é que o Papai Noel do Movimento O Sul é o Meu País não vai vestido de vermelho, mas de Azul, mantendo-se todas as demais características pessoais do bom velhinho. É uma ação de cunho social muito importante e que deve, a medida do possível ser seguida e planejada por todas as Comissões Municipais.k) Campanha Pró-Plebiscito Consultivo sobre a independência do Sul. A grande ação nacional é sem nenhuma dúvida o Plebiscito Consultivo que o Movimento O Sul é o Meu País e o Gesul vão realizar no dia 2 de outubro de 2016. A data a princípio parece estar longe, mas na verdade já está a nossa porta. Por isso, todas as ações de conscientização acima enunciadas tem como ponto de chegada esta data. É neste dia que vamos convidar nosso povo para ir as urnas e dizer com seu voto, secreto e universal, se quer ou não quer a independência do Sul. Portanto, tudo que for produzido de divulgação nas Comissões Municipais tem que canalizar para esta data especial que foi aprovada na Assembleia Nacional do Movimento realizada em Lages, SC, no último mês de março. Junto com a Comissão Nacional, será produzida uma ampla campanha de marketing envolvendo o evento. As Comissões locais tem como obrigação maior, não apenas a divulgação do Plebiscito, mas a organização e realização dele a nível municipal. Serão os ativistas do Movimento que se organizarão via Comissão Municipal para colocar em prática esta grande ação que deve envolver cerca de 30 mil ativistas num só dia e que temos como meta consultar 1 (um) milhão de cidadãos eleitores do Sul. Isto significa que vamos consultar cerca de 6% da população votante de cada cidade Sulista. Trata-se de um desafio gigantesco. Não podemos falhar, pois neste dia, o mundo inteiro estará olhando para nós. Sobre o Plebiscito Consultivo nas próximas semanas deverão ser anunciados os nomes para compor a CCO (Comissão Central Organizadora) e a partir daí, uma série de decisões serão tomadas e divulgadas a todos.Ao longo deste artigo procuramos dar algumas sugestões de ações nacionais e locais que a causa necessita para manter-se viva e atuante e que a instituição O Sul é o Meu País precisa para alcançar seus objetivos a curto, médio e longo prazo. Temos certeza que muitas outras sugestões estão surgindo das nossas comissões municipais, que com muita criatividade estão inovando na divulgação dos ideais por nós defendidos. Portanto este artigo não tem outro desiderato que não seja servir de ponto de discussão para nossas Comissões Locais e para os ativistas desta proposta. Que todos fiquem a vontade para reformar, se necessário, tudo que está acima escrito.

*O autor é líder regional do Movimento O Sul é o Meu País no Vale do Itajaí, SC, ex presidente nacional do Movimento e Secretário geral do Gesul – Grupo de Estudos Sul Livre.

Compartilhe

Share on facebook
Facebook
Share on email
Email
Share on twitter
Twitter
Share on telegram
Telegram
Share on whatsapp
WhatsApp

Comentários

Notícias

COMPARTILHAR

Share on facebook
Facebook
Share on email
Email
Share on twitter
Twitter
Share on telegram
Telegram
Share on whatsapp
WhatsApp

pagar anuidade

PIX
Banco 085 / Agência 0101-5 / Conta 8537348
R$ 70,00 anual
Envie comprovante com nome do membro para
contato@osuleomeupais.org

doação

Somos um movimento sem fins lucrativos. Ajude-nos a divulgar cada vez mais nossos ideais. Você pode doar qualquer valor.